<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Uncategorized &#8211; Tribo do Nó</title>
	<atom:link href="https://tribodono.com/category/uncategorized/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://tribodono.com</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 10 Aug 2026 15:21:50 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://tribodono.com/wp-content/uploads/cropped-img89-32x32.jpg</url>
	<title>Uncategorized &#8211; Tribo do Nó</title>
	<link>https://tribodono.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Porque sentimos culpa quando paramos?                                                               E porque chamamos &#8220;procrastinação&#8221; a algo que, no fundo, é só descanso.</title>
		<link>https://tribodono.com/porque-sentimos-culpa-quando-paramos-e-porque-chamamos-procrastinacao-a-algo-que-no-fundo-e-so-descanso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 15:21:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tribodeno.cd6.nka.pt/?p=990</guid>

					<description><![CDATA[De onde vem esta culpa de descansar. Sentas-te dez minutos para ver um episódio da tua série, ou pegas num livro que há semanas querias ler. Mas a cabeça não fica ali contigo&#8230; Foge para a loiça que ficou na pia, para a máquina de roupa que podia estar a lavar, para o pó que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-1 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:100%">
<p class="has-text-align-center has-medium-font-size"><em>De onde vem esta culpa de descansar</em>.</p>
</div>
</div>



<p></p>



<p></p>



<p>Sentas-te dez minutos para ver um episódio da tua série, ou pegas num livro que há semanas querias ler. Mas a cabeça não fica ali contigo&#8230; Foge para a loiça que ficou na pia, para a máquina de roupa que podia estar a lavar, para o pó que já se vê na sala.</p>



<p></p>



<p></p>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#845441;color:#845441"/>



<p></p>



<p><strong><strong>&#8220;Não estamos a descansar. Estamos a procrastinar.&#8221;</strong></strong></p>



<p></p>



<p><strong><strong><strong>É o que dizemos a nós mesmas, sempre que paramos.</strong></strong></strong></p>



<p></p>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#845441;color:#845441"/>



<p></p>



<p></p>



<p>E se calhar é só isso: cansaço. Mas a culpa que sentes não vem do cansaço, vem de nunca teres aprendido a ver o descanso como algo que também precisas, tanto como precisas de trabalhar ou tratar de tudo o resto.</p>



<p>Esta culpa não nasceu do nada. Os nossos pais vieram de uma vivência de escassez, e quiseram para nós o que acharam ser o melhor: estudar, ter um emprego fixo, seguir um caminho que garantisse casa, carro, estabilidade. Só que essa promessa não se cumpriu como esperavam. Os empregos ditos &#8220;bons&#8221; tornaram-se mais escassos, menos valorizados, e a evolução tecnológica obrigou-nos a espalhar-nos por várias frentes ao mesmo tempo, só para tentar acompanhar o ritmo.</p>



<p></p>



<p></p>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#845441;color:#845441"/>



<p></p>



<p><strong><strong>Fomos a primeira geração a tentar caber em todos os relógios ao mesmo tempo</strong>. </strong></p>



<p></p>



<p><strong><strong>E nenhum deles previa tempo para parar.</strong></strong></p>



<p></p>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#845441;color:#845441"/>



<p></p>



<p></p>



<p>Não admira que as taxas de<em> burnout</em> continuem a subir, e cada vez mais cedo, em pessoas com menos anos de vida profissional do que seria de esperar. Não tivemos tempo de construir a estrutura mental para aguentar este ritmo, porque ninguém nos disse que também precisávamos de espaço para não fazer nada.</p>



<p>E é aqui que a culpa se instala: automaticamente, não consideramos que descansar é também um projeto necessário ao nosso ser. Chamamos-lhe procrastinação. Dizemos &#8220;depois faço&#8221;, &#8220;ainda tenho tempo&#8221;, como se parar fosse um desvio do caminho, e não parte dele.</p>



<p></p>



<p></p>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#845441;color:#845441"/>



<p></p>



<p><strong><strong><strong>Vivemos a tentar agradar a todos os outros</strong></strong></strong>.</p>



<p></p>



<p><strong><strong><strong>E esquecemo-nos de cuidar de nós.</strong></strong></strong></p>



<p></p>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#845441;color:#845441"/>



<p></p>



<p></p>



<p>Talvez por isso a Tribo do Nó exista: porque descansar não precisa de ser ficar parada, de olhos fechados, à espera que a culpa passe. Às vezes, a pausa que procuras pode vir de mãos ocupadas. A criar, a fazer, sem pressa e sem cobrança. Não é preciso escolher entre &#8220;produtiva&#8221; e &#8220;a descansar&#8221;. Podes simplesmente estar presente, no que quer que estejas a fazer.</p>



<p>Mereces esta pausa. Mereces não pensar no jantar, na loiça, no pó da sala, nem que seja só por um bocadinho. E se ainda não sabes bem como começar, talvez o primeiro passo seja mesmo esse: dar-te permissão.</p>



<p></p>



<p></p>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#845441;color:#845441"/>



<p></p>



<p><strong>Como começar a largar a culpa de descansar.</strong></p>



<p></p>



<p><strong>Se sentiste isto, tenho um guia gratuito <em>7 Dias, 7 Hábitos</em> com pequenos rituais para começares a dar-te essa permissão, um dia de cada vez.</strong></p>



<p></p>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#845441;color:#845441"/>



<p></p>



<p></p>



<p>Referência sobre <em>burnout</em>: <a href="https://healthnews.pt/2025/10/09/saude-mental-50-dos-jovens-portugueses-enfrenta-ansiedade-burnout-ou-depressao/" data-type="link" data-id="https://healthnews.pt/2025/10/09/saude-mental-50-dos-jovens-portugueses-enfrenta-ansiedade-burnout-ou-depressao/" target="_blank" rel="noopener">https://healthnews.pt/2025/10/09/saude-mental-50-dos-jovens-portugueses-enfrenta-ansiedade-burnout-ou-depressao/</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nem toda a calma vem do silêncio</title>
		<link>https://tribodono.com/nem-toda-a-calma-vem-do-silencio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 15:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tribodeno.cd6.nka.pt/?p=839</guid>

					<description><![CDATA[Como descobri que criar com as mãos e cuidar dos pequenos rituais do dia a dia também é uma forma de estar presente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p></p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-2 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:100%">
<p class="has-text-align-center has-medium-font-size"><em>Como descobri que criar com as mãos e cuidar dos pequenos rituais do dia a dia </em><br><em>também é uma forma de estar presente.</em></p>
</div>
</div>



<p></p>



<p></p>



<p>Quando me falavam que para abrandar precisava de aprender a respirar, ficar em silêncio e tentar não pensar em nada, parecia sempre demasiado para mim.</p>



<p>Sempre que tentava meditar, passava mais tempo a pensar se o estava a fazer &#8220;bem&#8221; do que propriamente a sentir a serenidade que tanto procurava. Por isso, durante muito tempo pensei que a meditação simplesmente não era para mim.</p>



<p>Curiosamente, encontrava muito mais calma enquanto cozinhava, fazia pequenos projetos DIY ou organizava a casa.</p>



<p></p>



<p></p>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#845441;color:#845441"/>



<p></p>



<p><strong>Nem toda a gente encontra presença de olhos fechados. </strong></p>



<p></p>



<p><strong>Algumas pessoas encontram-na de mãos ocupadas.</strong></p>



<p></p>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#845441;color:#845441"/>



<p></p>



<p></p>



<p>Foi na terapia que comecei a perceber uma coisa importante.</p>



<p>Tinha vivido demasiado tempo em piloto automático. Quanto mais ocupada estava, mais sentia que era útil.</p>



<p>Quando o ritmo abrandou, deixei de saber quem era sem uma lista infinita de tarefas. Parecia que não queria lidar comigo.</p>



<p>Aos poucos fui descobrindo que cuidar de mim não significava fazer grandes mudanças. Significava aprender a estar presente.</p>



<p>Foi nessa altura que comecei a valorizar ainda mais os pequenos momentos do dia. Estar na cozinha, decorar a casa com pequenos projetos DIY ou até a minha rotina de skincare passaram a ser formas de regressar ao momento presente.</p>



<p>Sem saber, estava a descobrir aquilo a que hoje chamo de mindfulness ativo. Percebi que criar com as mãos libertava a minha cabeça.</p>



<p></p>



<p></p>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#845441;color:#845441"/>



<p></p>



<p><strong>Descobri que não precisava de aprender a parar. </strong></p>



<p></p>



<p><strong>Precisava apenas de aprender a estar presente.</strong></p>



<p></p>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#845441;color:#845441"/>



<p></p>



<p></p>



<p>Foi desta descoberta que nasceu a Tribo do Nó.</p>



<p></p>



<p>Se também sentes que a meditação tradicional nunca fez muito sentido para ti, talvez possas experimentar começar por algo mais simples:</p>



<p>🌿 beber algo sem telemóvel.</p>



<p>🌿 caminhar durante dez minutos.</p>



<p>🌿 criar algo com as mãos.</p>



<p>Talvez desacelerar não signifique parar. Talvez signifique estar verdadeiramente presente naquilo que estamos a fazer.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
